PDV Bella
Finalmente descobri, pouco a pouco, o que tinha dentro da cesta de piniquini.
- Amoras! – gritei entusiasmada quando ele abriu um saquinho de pano cheio delas
- Eu sei que você gosta, por isso eu mesmo colhi as melhores para esse momento – ele me olhava com seus lindos olhos azulados brilhantes, era tão especial para mim – Tome, já estão lavadas
Deu-me uma diretamente na boca, nunca pensei que comer fosse algo tão estimulante, mas com Edward tudo era desse tipo, mais ainda nós dois ali sozinhos
- Gostosa?
- Perfeita! Sua vez – fiz o mesmo gesto dando lhe uma amora na boca – Hum
Ele se moveu rápido capturando meus lábios nos seus, nossas bocas ainda com o suco da amora, o beijo foi... Suculento
Comemos o tempo todo assim, um dando na boca do outro. O Sol decidiu aparecer de modo que somente para nós
- Que Sol gostoso – ia dizendo enquanto me deitava em seu braço e deixava que os raios de luz aquecessem minha pele
- Meu Sol é muito mais gostoso – Não entendi o que ele estava dizendo, olhei para cima confusa e me deparei com seu meio sorriso – Alguma duvida?
Entendi, mas preferi jogar me fazendo de desentendida
- Que Sol?
- Boba, você. Meu único e verdadeiro Sol
- Que coisa mais gay! Rsrs
Trocávamos carícias, beijos calorosos, brincadeiras bestas e gayzisticas, parecia que nada estragaria esse momento, a não ser o tempo que estava andando depressa demais
- Acho melhor arrumarmos as coisas, já estamos a um bom tempo longe. Tudo bem que eles sabiam que íamos ficar um tempo sumidos, pedi para Alice informar e cobrir o nosso horário
- Tudo que é bom dura pouco – ia dizendo enquanto o ajudava a recolher as coisas de volta a cesta
- Ah, então foi bom! – rindo me abraçou e rodopiou. Quando finalmente me colocou no chão ficamos nos olhando, fixados somente no mundo um do outro – Você sabe que é tudo pra mim
- Sei, eu sou demais! – zombei um pouco – Eu digo o mesmo
Sorrimos e nos beijamos como se fosse o fim do mundo, um beijo que parecia de despedida. Carinhoso e caloroso, romântico, único.
Entrelaçamos nossos dedos e fomos caminhando juntos em direção ao carro, calmamente. Até que um uivo se ouviu bem perto de nós
Dei um pulo e me agarrei ao braço de Edward
- Shhhh, calma. Está tudo bem – ele ia falando enquanto passava o braço em volta de mim protetoramente
O uivo continuo, parecia agonizante, de um bicho ferido na floresta
- Que dó, né? Deve estar machucado
- Não podemos fazer nada, eu gostaria, mas seria arriscado demais e o céu já está escurecendo
Concordando continuamos a andar e o animal parecia ter ido embora, ou andando ou morrendo. Que trágico
A volta foi tranqüila, nunca deixando nossas mãos descruzarem apoiadas em minha coxa. Falávamos amenidades, mas já podíamos sentir o clima tenso que era voltar para o hospital e ficarmos afastados, Emmet e Rose ainda não sabiam, e o jeito de irmão protetor de Emmet não incentivava muito a contarmos. E ainda tinha Rosalie sempre imprevisível, podia aceitar bem ou dar um tremendo escândalo
Já Esme, acho que ela iria aceitar bem, ela sempre apoiava nos namoros, quaisquer que sejam eles, então estava claro que ela iria concordar. E no estado final obvio que estava, melhor agora antes que seja tarde
- O que você pensa tanto vida? – Edward me perguntou enquanto estacionava em frente ao hospital
- Em contar a Esme sobre nós – não enrolei, era somente isso mesmo
- Estava pensando o mesmo
O olhar que trocamos dizia tudo, melhor do que palavras. Concordamos, era agora que iríamos contar
Como não sabíamos se Emmet ou Rose que estaria no hospital, não fomos de mãos dadas. Eu estava nervosa, parece até que era sem motivo, mas muito nervosa. Não era como se o que eu tivesse pra falar fosse um crime, mas também não seria algo de cotidiano. A reação de Esme contaria muito para futuro de nós dois. Ainda tínhamos Charlie e Carlisle para contar, mas comparado com a contar a Esme, enfrentar dois vampiros com sentimentos paternos iria ser tranqüilo.
Perguntava-me o porquê de toda essa tensão, Esme nunca brigou, muito menos bateu em nós. Mas a sua aprovação contava mais que tudo, ela era a mãe de todos e se a mãe não concordasse isso significaria que ninguém iria concordar, não tão fácil.
Quando finalmente chegamos ao andar de Esme não eram Emmet nem Rose que estavam lá, era Alice. Ela nos olhou desconfiada
- Finalmente chegaram! Eaí? Se entenderam? Você – ela disse apontando para mim – entendeu?
- Sim Alice, obrigada por nos cobrir – disse dando um abraço nela – Só você aqui?
- Por enquanto sim, Jasper daqui a pouco chega
Um pouco mais confiante por não ter que agüentar as perguntas desconfiadas de Emmet, voltei a segurar a mão de Edward
- Parece que vocês decidiram se revelar publicamente, acho bom! – Alice disse batendo palminhas entusiasmada
- Não é publicamente, hoje somente para Esme – ela pareceu murchar um pouco, eu sabia que Alice queria fazer aqueles encontros de casais bregas com todos assumidos. Sonha. Nem que realmente fosse uma revelação para todos, to longe de concordar com coisinhas desse tipo, já era meio estranho eu me acostumar com as novidades de namoro com o Edward. Muito felizinhos para mim
- Vamos – Edward disse já me puxando em direção ao corredor onde ficava o quarto de Esme – Obrigado Alice
- De nada! Boa sorte!
Andamos pouco até pararmos diante da porta onde podia se ler “Esme Cullen – 122”. Meu coração batia forte, parecia que eu estava indo em direção a um tatame lutar com um mestre em sumo
- Se acalma – Edward disse virando se para mim e dando um beijinho em minha testa
- Como você pode saber se estou nervosa?
- Sinto sua pulsação e você não para de morder o lábio – disse contornando meu lábio inferior com o polegar livre antes de fazer o mesmo com sua boca – Vamos
Entramos sorrateiramente sem fazer muito barulho, primeiro Edward depois eu. Talvez ela estivesse dormindo
Ela não estava dormindo, estava lendo um livro, sentada com ajuda de um monte de travesseiros
- Mãe, tudo bem? Podemos entrar? – Edward foi perguntando enquanto se dirigia ainda de mãos dadas comigo logo atrás
Esme dirigiu um breve olhar para o rosto de Edward, depois o meu e logo para nossas mãos dadas e sorriu.
- Tudo sim filho, e vocês? Não vieram ficar comigo nos seus respectivos horários, o que houve? – ela falava calmamente, mas seu rosto estava pálido e suas mãos tremiam levemente. O esforço que fazia para falar era visível, me senti culpada – Sentem-se aqui perto de mim e me falem tudo
- Como a senhora sabia que vamos te contar algo?
- Bella, toda mãe sabe, mesmo aquelas que são adotivas como sou para você, quando um filho está escondendo algo ou tem algo a dizer. Natural de mãe, podemos chamar de sétimo sentido
- Como assim sétimo sentido, não seria sexto?
- Sexto é o que toda mulher tem, o sexto sentido feminino, o sétimo fica para as mães – ela soltou uma risada antes de tossir asperamente – Agora falem
Um olhou para o outro e nessa comunicação muda ficou estabelecido que Edward falaria, eu estava muito nervosa e provavelmente desmaiaria. Exagerada, eu sei
- Mãe, nós queríamos te contar que – ele olhou para mim, respirou fundo e continuou – contar que estamos namorando
Um longo minuto de silencio se instalou, eu segurando minha respiração, Edward olhando preocupado para Esme e ela simplesmente passiva
- Isso é alguma novidade? Já sabia, então me contem como foi seu dia – ela simplesmente disse isso, sorriu e continuou como se estivéssemos falado que descobrimos a America
- Peraí tia, como assim você sabia? – finalmente falei perplexa
- Bella, vou usar a linguagem de vocês. Tava na cara! – riu gostosamente, seu rosto se iluminou, ela tinha aceitado – Desde pequenos que há certas pequenas coisas entre vocês que indicavam que um dia iam se encontrar, não como amigos ou irmãos. Até pode ser como amigos, mas uma amizade colorida rsrs. Nada muito obvio estampado nas carinhas de vocês, mas sutil e muito significativo, assim como sei de Emmet e Rosalie, Alice e Jasper, parecia que eu e Carlisle – ela deu uma pequena pausa ao nome do meu tio, era ainda doloroso para ela – viramos casamenteiros juntando almas gêmeas
- Isso é de assustar! Então você aprova? – disse toda feliz, parecia que o assunto era algo que a alegrava muito
- Se assusta não criança, radar do sétimo sentido. E se eu aprovo? É claro que sim, como poderia lutar contra algo tão puro e grande, alimentado desde a infância? Acho que nem tão puro assim pelo tempo que ficaram fora hoje – ela deu um sorrisinho cúmplice a nós – Espero que estejam utilizando camisinha! A festa é boa, mas pode acabar em um resultado errado para a idade!
- Mãe! – Edward protestou enquanto eu caia na gargalhada
- O que? Desculpa se eu não sabia que tinha um filho aspirante a padre!
Eu ria de dor o estomago, Edward olhava incrédulo para nós duas. Esme tinha seus momentos, que não eram poucos
Finalmente consegui me acalmar suficientemente para falar
- Calma tia Esme, tá longe de você se tornar vovó e a coisa toda não chegou a esse estagio
- É devagar meu filho? Dica; vai à farmácia e pede uma pilulazinha azul e entope ele de ostra, é afrodisíaco! Pá pum
Caí novamente da gargalhada enquanto via um Edward ficar vermelho parecendo um tomate
- Obrigada pelas dicas tia Esme! Vai que esse empurrão ajude
Ela chorava de rir
- Podem parando vocês duas! Não foi assim que a senhora me criou mãe! Respeito primeiramente! – Edward veio protestar em sua defesa
- Eu sei meu filho, mas às vezes... Melhor deixar quieto, será demais para a cabecinha santificada dele! Ensina para ele algumas coisinhas Bells
- Uhum
Riamos tirando onda com Edward. Parecia que o dia era mágico
Alice atraia pelo som das risadas entrou no quarto
- O que foi que estão rindo tanto aqui? Dá pra ouvir as gargalhadas lá de fora! – Ela entrou rodopiante
- Nada Alice, só dando algumas dicas para agitar o Edward aqui pra Bella – ainda riamos um pouco enxugando as lagrimas do riso – Me contem uma coisa, e você e o Jasper? Será que todos os meus filhos precisam de pílula azul e ostra?
Rimos mais um pouco
- Pela cara da Alice parece que sim! PSOKASOAKSPOAKSOPAS – Não tinha um momento que não estávamos gargalhando, até Edward entrou na brincadeira, todos sentados na cama de Esme – Conta Alice!
- Para Bella! Tia Esme, eu sinto em te dizer... Quem vai comigo na farmácia e depois na peixaria?
- Era de se esperar – Esme balançava a cabeça em negação brincando – Onde errei? Fiz com tanto gosto!
Mas riamos, riamos e riamos
Esme levantou as mãos para o céu como em súplica, era muito engraçado. Jasper chegou bem nessa hora
- Que escândalo vocês aqui! O que passa? – todo mundo havia parado para olhar para ele e repentinamente explodindo em gargalhada
- Estávamos falando de como mesmo eu tendo feito com gosto meus filhos, eles saíram tão... certinhos! – Esme, a única que conseguia falar, explicou
- MÃE!
- Ó Deus! – e novamente ela levantou as mãos em direção do teto
Não tardou muito a Emmet e Rosalie chegarem e entrarem na brincadeira. Era piada atrás de piada e todas feitas por tia Esme e seus comentários maldosos
- Rosalie, me diga uma coisa. Você tem problemas em...
- Nem pensar! Tenho a quem herdar! – nem deixando Esme terminar a pergunta, Rose já foi completando
- As mulheres dessa família têm um fogo! Pobre de nós, quem poderá nos ajudar! – Emmet ia dizendo com a maior cara de pobre coitado
- A PILULA AZUL E A OSTRA! ASIOAJSIOASJIOASJ – todos disseram ao mesmo tempo e caindo na risada, Alice de tanto se contorcer acabou caindo com tudo no chão, mas nem ligou
A enfermeira de tanto vir ao quarto tentando apaziguar a gritaria acabou desistindo pelo cansaço, alem de também ter entrado na brincadeira uma hora
- Mas dona Joana! Diga-me se a senhora tem problemas com seus momentos de intimidade! – A enfermeira saiu do quarto, vermelha feito um pimentão e nunca mais voltou – Essa deve ter e muitos!
Em meio a risadas e piadas entre todos, a hora passou rápido demais. Estava sendo perfeito esse momento, todos ali ao redor de Esme rindo e fazendo piada, felizes somente por estarmos juntos. Estava sendo tão especial que parecia um sonho, mas chegou a hora de irmos embora
[musica: http://www.youtube.com/watch?v=zRQJQL6oRFs&feature=related ]
- Vão crianças, se cuidem – Esme ia dizendo quando a enfermeira saiu após avisar que havia acabado o horário de visita
Um por um foi dar um beijo e um abraço em Esme
- Boa noite mãe, te amo muito! Durma bem – Rosalie foi a primeira da fila
- Boa noite minha vida, se cuide! Te amo muito
Depois foi Jasper
- Até amanha mãe, te amo. Boa noite
- Durma bem meu filho, te amo muito
Veio Edward
- Mãe, te vejo amanha ok, se cuida, toma todos os remédios e não pula o café da manha! Te amo muito
- Se cuida você rapazinho, e zele pela benção que você ganhou
Emmet meio emocionado veio
- Mãe, eu te amo muito – e começou a chorar
- Também te amo meu filho – abraçando Emmet acariciou os cachinhos dele
Alice já chorando de suspiro
- Boa noite mãe, te amo muito
- Boa noite minha pequena, durma bem
E finalmente chegou minha vez. Fui em direção a Esme que me esperava de braços abertos, as palavras não conseguiam sair facilmente
- Te amo muito, nunca se esqueça disso, você é muito especial para mim e nos momentos mais difíceis como agora você esteve firme me apoiando. Te amo muito... Mãe
Senti Esme caindo no choro, era a primeira vez que a chamava de mãe. Na verdade, notando claramente, era a primeira vez que todos a chamavam assim e foi um momento especial, porque Esme sempre tinha sido isso para nós
- Te amo muito minha filha – e continuou a chorar, quando finalmente me soltou notei que eu também estava chorando, mais parecia com um lacrimejar leve, mas totalmente emocionante
Aquela cena toda me parecia muito com despedida, não estava gostando o rumo que estava tomando. Sim, era uma despedida já que estávamos indo para casa, mas não era esse o gosto dessa situação. Parecia mais como se Esme estivesse partindo
- Meus filhos, amo muito todos vocês, em qualquer situação eu estarei sempre aos seus lados, nunca os irei abandonar! Nunca se esqueça disso. Nunca se esqueça o tamanho do amor que tenho por cada um de vocês
Ao final dessas palavras demos um abraço coletivo murmurando inúmeros; te amo mãe
Fomos embora todos calados entristecidos, não queríamos ir
Chegamos a casa, cada um para seus respectivos quartos se arrumarem para dormir. Já com a casa em silencio toca o telefone. Parecia que ninguém tinha dormido ainda, todos desceram feito um rebanho assustado para atender ao telefone. Foi Emmet que atendeu
- Alô
O telefonema foi curto, mas parecia ter sido fatal. Eu já sabia, acho que todos já sabíamos qual era a noticia. Sentíamos dentro de nós. Esme.
Até que finalmente após colocar o telefone no gancho, Emmet falou aquilo que ninguém queria ouvir
- Esme faleceu
................................................................
Eaí? O que acharam? Comentem, votem e indiquem
Segunda tem mais ^.^
Beijos! ♥
Olá!!
Sejam bem vindos a este blog de fanfic ^.^ São fanfics de varios autores, inclusive minhas, quem quiser postar é só falar comigo pelo twitter @PamelaCardenas ou Orkut: pame_leticia [hotmail] Boa Leitura!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
34º Capitulo
PDV Bella
Ele pegou minha mão e me puxou de encontro a uma pedra enorme junto à orla da piscina natural. Tirou alguns galhos que estavam em cima desta, estendeu seu casaco e indicou para que eu sentasse a seu lado
- Bella, eu nunca tive caso algum com a Lauren e nunca quero ter. O que você viu foi uma grande armação daquela...
- Vacalinha – completei me deliciando com o sorriso que se formou em ambos os rostos
- É. Ela no pátio fingiu que ia cair, eu a ajudei como naturalmente faço, ela se aproveitou e me deu um selinho
Ele falando de como a Lauren aproveitou da oportunidade que teve e da série de acontecimentos parecia uma coisa tão obvia! As vezes eu me perguntou se sou a burra da família! É claro que aquela ridícula iria aprontar uma dessas, ela sempre teve uma queda, queda não, um tombo pelo Edward. Burra, burra, burra, mil vezes burra.
Me auto-infligi dor, sofrimento a ambos por simplesmente o ciúmes não ter me deixado ver totalmente a verdade que só faltava dançar creu na minha frente
- E o beijo no corredor? – perguntei, não ia dar o braço a torcer e pedir perdão assim tão fácil, sou orgulhosa mesmo, hunf
- Ela me ameaçou – ele parou e olhou para baixo, é claro que era uma situação ridícula e possivelmente inacreditável que ele tenha sido intimidado por uma garota mesquinha
- Hum, sei – falei ironicamente
- Na verdade, ela te ameaçou, ameaçou te fazer passar por algum acidente, por algo ruim, mas quando eu a ameacei de volta ela começou a fazer um escândalo, como se eu tivesse atacando ela. Rasgou as roupas, gritou e disse que só pararia se eu desse um beijo nela e foi isso
- Por que você somente não deu um tapa nela? Tão fácil!
- Porque aí sim perderia a razão e em quem o diretor iria acreditar, em mim ou na pobre garota toda rasgada indefesa? – ele olhava para frente, mas não vendo nada
Pensei um pouco, tava na cara
- Na garota, que merda Edward!
- Sabe o que é o pior de tudo?
- Tem mais! Caracas, assim me joga no lixão e me chama de urubu!
Ele riu
- O pior foi tudo que aconteceu depois – ele parou de falar e olhou para mim, para dentro de mim – o que aconteceu conosco. Bella, você sabe o que nosso afastamento com toda essa merda que esta acontecendo conosco me fez sentir? Eu estava morrendo tendo você tão perto e ao mesmo tempo tão longe e tudo porque temos a infelicidade de termos um suposto qualquer parentesco
- Falou o senhor “sofro sozinho” também passei por isso, e mais ainda quando te vi com aquela...
- Vacalinha – ele completou para mim, fazendo nos rir com a nova palavra
- Me senti uma inútil, uma sei lá. Tava te odiando, querendo pelo menos, e me odiando por não conseguir
- Nunca mais tente isso
Dizendo isso veio se aproximando, cada vez mais perto e me beijou
Um beijo doce e tranqüilo, novamente completando-nos. Era o nosso momento, o momento que dizia que nada de mais iria acontecer, que nada de ruim iria atrapalhar a nós. Nós. Não somente ele ou somente eu, um só. Nós
O beijo começou a aumentar de ritmo como todos os que demos até agora pelo visto, nenhum beijo que começou tranqüilo acabou tranqüilo, esse karma eu tenho o delicioso prazer de carregar
- Bella... – ele tentou falar entre os nossos lábios colados
- Hum – gemi em resposta, nunca parando o enrolar, estica e puxa das nossas línguas
Ele parou o beijo com um selinho leve
- Melhor paramos, né? E acho que não seria nada confortável ficarmos aqui na pedra fria e dura por muito mais tempo. Me espera aqui que vou buscar umas coisinhas que eu trouxe
- Espero que sejam brinquedos eróticos com o kama sutra no meio! – brinquei. A brincadeira teve uma reação engraçada nele. Ele parou em choque olhando para mim boqueaberto
Vendo que eu ria da cara dele, ele recuperou os movimentos
- Bella! Para de brincar com fogo! Você vai acabar se queimando – marchando em minha direção abrindo alguns botões da camisa
- Cadê? Cadê o fogo? Eu quero brincar com ele – minha voz saiu confiante e zombeteira, mas por dentro eu estava totalmente deslumbrada com o físico dele e assustada pela investiga repentina dele
Já estando em cima de mim, quase com todos os botões da camisa abertos eu prendi a respiração
- Melhor você respirar Bells
O seu sussurro rouco no meu pescoço me arrepiou toda. Ai universo! Voltei a respirar descompassadamente
Ele começou a fazer uma trilha de beijos começando da minha testa, passando pela minha bochecha, queixo, ponta do nariz, cantinho da boca e ia descendo pelo meu pescoço até a borda do meu colo e parava
- Ai meu Buda!
- Se começarmos não me responsabilizo pelos atos contra o pudor depois!
- Quem liga?!
- Eu, Bella. Me espera, vou buscar umas coisas no carro
- Tá bom, volta logo. Tenho alguns atentados ao pudor pra fazer com você rsrsrs
Ele parecia travar uma luta interna, parece que o lado “pegar as coisas no carro” ganhou, que chato!
Não demorou muito e ele voltou com uma cesta de vime em uma mão e uma toalha xadrez com algumas almofadas na outra
- Piniquini! – gritei entusiasmada enquanto corria os poucos passos até ele e tentava arrancar a cesta da mão dele. O que ele trouxe? Curiosidade matou o gato, não a gata. Me achei agora rsrs
- Piquenique você quis dizer? – e rindo levantou a cesta paro alto da sua cabeça e eu ainda lutava bravamente para tentar pegar-la, mesmo ele sendo bem mais alto que eu – Fazia tempo que não ouvia você falando “piniquini”
- É porque fazia tempo que não fazíamos um! Abaixo isso! Deixa eu ver o que você trouxe! – continuava a pular na ponta dos pés tentando pegar a bendita cesta
Estávamos muito perto, mas só fui notar o quão perto quando, com a mão que estava segurando a toalha, ele me laçou e levantou até eu ficar na altura certinha do seu rosto, e me beijou mais uma vez
Quando finalmente nos soltamos ele caminhou para perto da pedra e começou a arrumar as coisas. Fui tentar ajudar, secretamente querendo pegar a cesta
- Se aquieta aí! – ele disse me empurrando para sentar
- Se aquieta aí bichinho vixe mainhâ, ô pai ió baiano arretado! – e ri, na verdade gargalhei com a zueira que fiz, meu riso estava tão solto perto dele, logo ele também estava rindo
- Você não perdoa nem seu namorado – disse enquanto parecia dar os últimos retoques na arrumação
Fiquei petrificada. Nunca tinha pensado em Edward como namorado, nunca tinha usado essa palavra... Mas ao mesmo tempo não parecia a palavra certa para definirmos um ao outro, parecia que tinha algo mais, não simplesmente “namorados”...
- Bella? Que foi? – ele veio preocupado para mim
- Não, nada. É só a palavra que você usou...
- Que palavra?
- “namorado” – respondi pegando a mão que ele havia estendido em minha direção
- Como assim? Sou o que seu? Amante? – passou os dois braços me aconchegando junto ao peitoral dele me embalando
- Não, não sei. Parece que temos algo mais que um simples namoro, mas também não é casamento. Aí seria algo demais para nossa idade
- Não pensa em casar Bells? – ele disse aquela pergunta com a voz animadinha, mas dava para notar em seu olhar que estava meio magoado – Ou não pensa em se casar comigo?
- Não! Eu nunca pensei em me casar, mas se fosse para casar com alguém... Acho que seria com o Jacob – brinquei cutucando as suas costelas para sair correndo fugida dele – Que tal? Senhora Black! HAHAHAHAHA
- Sua diabinha! – e rindo saiu correndo atrás de mim, me alcançou rápido me abraçando e caindo comigo no chão
- Não se machucou? – pergunte alarmada, ele caiu com todo meu peso em cima dele
- Com você? Só me machuco se você sair de perto de mim
- Besta – comecei a me levantar, mas logo ele capturou minha boca com a sua e voltei para cima dele
- Não estava curiosa para saber o que tem na cesta? – ele perguntou enquanto com uma mão livre colocava uma mecha do meu cabelo para trás da minha orelha
- Estava, passado. Agora eu quero saber o que me prende tanto ao gosto da sua boca
- Quer saber mesmo? – acenei um sim com a cabeça, ele me chamou para mais perto e com seus lábios a centímetros dos meus, sussurrou – segredo
Parecíamos dois bobos apaixonados, sem preocupações nem nenhum mal contra o casal
- Vamos comer
- Opa, sou toda sua!
- Você está me saindo com cada uma que até me deixa com vergonha
- Desculpa, padre!
- Sai diabinha que atormenta esta mente pura e sensata deste humilde homem sem pecados!
- Ahaaaam Claudia, senta lá! Tem certeza que quer que eu vá? – ele me presenteou com seu belo sorriso de lado
- Nunca!
De um impulso ambos levantaram e fomos caminhando de mãos dadas até o cantinho lindamente arrumado por ele
- Já sei quem vai ser a mulher da relação! – brinquei dando um tapinha na sua bunda
- Não se acostuma!
- Então isso é só para me conquistar? Depois tchau e benção? – falei em tom de insulto
- Não se acostuma porque de aqui em diante só vai aumentando, sabe o que sempre desejei fazer para você?
- Ficar nu coberto de chocolate deixando eu te lamber? – coloquei um dedinho na boca fazendo cara de safada
Ele arregalou os olhos para depois balançar a cabeça em tom negativo
- Desde quando você passou a ser assim? Esse é seu sonho erótico?
- Acho que sempre fui assim, só não tinha com quem usar minha imaginação rsrs E não, não tenho sonho erótico. Gosto que me surpreendam e superem minhas expectativas... De qualquer maneira
- Hum, bom saber. Eu sempre quis te encher de mimos, pequenas besteiras de namorado terrivelmente apaixonado por uma feiticeirazinha que está se mostrando nada acanhada
Ri da sua observação, aquele momento estava sendo único. Era especial por não estarmos nos preocupando com nada, com as atenções voltadas um para o outro, livres e sendo como sempre deveríamos ser. Mas as atuais condições não nos permitiam
Coisas do destino ao nos colocar um virado paro o outro, destampando nossos olhos para o que poderíamos ter juntos bem no momento mais difícil das nossas vidas, pelo menos até hoje e espero que pelo menos só esse momento.
...............................................................
What's uuuuuuup?!! rsrs
Novo capituloooooo weeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Comentem, critiquem, chorem e me amem [??]
Beijos e adoro vocês!!
Ele pegou minha mão e me puxou de encontro a uma pedra enorme junto à orla da piscina natural. Tirou alguns galhos que estavam em cima desta, estendeu seu casaco e indicou para que eu sentasse a seu lado
- Bella, eu nunca tive caso algum com a Lauren e nunca quero ter. O que você viu foi uma grande armação daquela...
- Vacalinha – completei me deliciando com o sorriso que se formou em ambos os rostos
- É. Ela no pátio fingiu que ia cair, eu a ajudei como naturalmente faço, ela se aproveitou e me deu um selinho
Ele falando de como a Lauren aproveitou da oportunidade que teve e da série de acontecimentos parecia uma coisa tão obvia! As vezes eu me perguntou se sou a burra da família! É claro que aquela ridícula iria aprontar uma dessas, ela sempre teve uma queda, queda não, um tombo pelo Edward. Burra, burra, burra, mil vezes burra.
Me auto-infligi dor, sofrimento a ambos por simplesmente o ciúmes não ter me deixado ver totalmente a verdade que só faltava dançar creu na minha frente
- E o beijo no corredor? – perguntei, não ia dar o braço a torcer e pedir perdão assim tão fácil, sou orgulhosa mesmo, hunf
- Ela me ameaçou – ele parou e olhou para baixo, é claro que era uma situação ridícula e possivelmente inacreditável que ele tenha sido intimidado por uma garota mesquinha
- Hum, sei – falei ironicamente
- Na verdade, ela te ameaçou, ameaçou te fazer passar por algum acidente, por algo ruim, mas quando eu a ameacei de volta ela começou a fazer um escândalo, como se eu tivesse atacando ela. Rasgou as roupas, gritou e disse que só pararia se eu desse um beijo nela e foi isso
- Por que você somente não deu um tapa nela? Tão fácil!
- Porque aí sim perderia a razão e em quem o diretor iria acreditar, em mim ou na pobre garota toda rasgada indefesa? – ele olhava para frente, mas não vendo nada
Pensei um pouco, tava na cara
- Na garota, que merda Edward!
- Sabe o que é o pior de tudo?
- Tem mais! Caracas, assim me joga no lixão e me chama de urubu!
Ele riu
- O pior foi tudo que aconteceu depois – ele parou de falar e olhou para mim, para dentro de mim – o que aconteceu conosco. Bella, você sabe o que nosso afastamento com toda essa merda que esta acontecendo conosco me fez sentir? Eu estava morrendo tendo você tão perto e ao mesmo tempo tão longe e tudo porque temos a infelicidade de termos um suposto qualquer parentesco
- Falou o senhor “sofro sozinho” também passei por isso, e mais ainda quando te vi com aquela...
- Vacalinha – ele completou para mim, fazendo nos rir com a nova palavra
- Me senti uma inútil, uma sei lá. Tava te odiando, querendo pelo menos, e me odiando por não conseguir
- Nunca mais tente isso
Dizendo isso veio se aproximando, cada vez mais perto e me beijou
Um beijo doce e tranqüilo, novamente completando-nos. Era o nosso momento, o momento que dizia que nada de mais iria acontecer, que nada de ruim iria atrapalhar a nós. Nós. Não somente ele ou somente eu, um só. Nós
O beijo começou a aumentar de ritmo como todos os que demos até agora pelo visto, nenhum beijo que começou tranqüilo acabou tranqüilo, esse karma eu tenho o delicioso prazer de carregar
- Bella... – ele tentou falar entre os nossos lábios colados
- Hum – gemi em resposta, nunca parando o enrolar, estica e puxa das nossas línguas
Ele parou o beijo com um selinho leve
- Melhor paramos, né? E acho que não seria nada confortável ficarmos aqui na pedra fria e dura por muito mais tempo. Me espera aqui que vou buscar umas coisinhas que eu trouxe
- Espero que sejam brinquedos eróticos com o kama sutra no meio! – brinquei. A brincadeira teve uma reação engraçada nele. Ele parou em choque olhando para mim boqueaberto
Vendo que eu ria da cara dele, ele recuperou os movimentos
- Bella! Para de brincar com fogo! Você vai acabar se queimando – marchando em minha direção abrindo alguns botões da camisa
- Cadê? Cadê o fogo? Eu quero brincar com ele – minha voz saiu confiante e zombeteira, mas por dentro eu estava totalmente deslumbrada com o físico dele e assustada pela investiga repentina dele
Já estando em cima de mim, quase com todos os botões da camisa abertos eu prendi a respiração
- Melhor você respirar Bells
O seu sussurro rouco no meu pescoço me arrepiou toda. Ai universo! Voltei a respirar descompassadamente
Ele começou a fazer uma trilha de beijos começando da minha testa, passando pela minha bochecha, queixo, ponta do nariz, cantinho da boca e ia descendo pelo meu pescoço até a borda do meu colo e parava
- Ai meu Buda!
- Se começarmos não me responsabilizo pelos atos contra o pudor depois!
- Quem liga?!
- Eu, Bella. Me espera, vou buscar umas coisas no carro
- Tá bom, volta logo. Tenho alguns atentados ao pudor pra fazer com você rsrsrs
Ele parecia travar uma luta interna, parece que o lado “pegar as coisas no carro” ganhou, que chato!
Não demorou muito e ele voltou com uma cesta de vime em uma mão e uma toalha xadrez com algumas almofadas na outra
- Piniquini! – gritei entusiasmada enquanto corria os poucos passos até ele e tentava arrancar a cesta da mão dele. O que ele trouxe? Curiosidade matou o gato, não a gata. Me achei agora rsrs
- Piquenique você quis dizer? – e rindo levantou a cesta paro alto da sua cabeça e eu ainda lutava bravamente para tentar pegar-la, mesmo ele sendo bem mais alto que eu – Fazia tempo que não ouvia você falando “piniquini”
- É porque fazia tempo que não fazíamos um! Abaixo isso! Deixa eu ver o que você trouxe! – continuava a pular na ponta dos pés tentando pegar a bendita cesta
Estávamos muito perto, mas só fui notar o quão perto quando, com a mão que estava segurando a toalha, ele me laçou e levantou até eu ficar na altura certinha do seu rosto, e me beijou mais uma vez
Quando finalmente nos soltamos ele caminhou para perto da pedra e começou a arrumar as coisas. Fui tentar ajudar, secretamente querendo pegar a cesta
- Se aquieta aí! – ele disse me empurrando para sentar
- Se aquieta aí bichinho vixe mainhâ, ô pai ió baiano arretado! – e ri, na verdade gargalhei com a zueira que fiz, meu riso estava tão solto perto dele, logo ele também estava rindo
- Você não perdoa nem seu namorado – disse enquanto parecia dar os últimos retoques na arrumação
Fiquei petrificada. Nunca tinha pensado em Edward como namorado, nunca tinha usado essa palavra... Mas ao mesmo tempo não parecia a palavra certa para definirmos um ao outro, parecia que tinha algo mais, não simplesmente “namorados”...
- Bella? Que foi? – ele veio preocupado para mim
- Não, nada. É só a palavra que você usou...
- Que palavra?
- “namorado” – respondi pegando a mão que ele havia estendido em minha direção
- Como assim? Sou o que seu? Amante? – passou os dois braços me aconchegando junto ao peitoral dele me embalando
- Não, não sei. Parece que temos algo mais que um simples namoro, mas também não é casamento. Aí seria algo demais para nossa idade
- Não pensa em casar Bells? – ele disse aquela pergunta com a voz animadinha, mas dava para notar em seu olhar que estava meio magoado – Ou não pensa em se casar comigo?
- Não! Eu nunca pensei em me casar, mas se fosse para casar com alguém... Acho que seria com o Jacob – brinquei cutucando as suas costelas para sair correndo fugida dele – Que tal? Senhora Black! HAHAHAHAHA
- Sua diabinha! – e rindo saiu correndo atrás de mim, me alcançou rápido me abraçando e caindo comigo no chão
- Não se machucou? – pergunte alarmada, ele caiu com todo meu peso em cima dele
- Com você? Só me machuco se você sair de perto de mim
- Besta – comecei a me levantar, mas logo ele capturou minha boca com a sua e voltei para cima dele
- Não estava curiosa para saber o que tem na cesta? – ele perguntou enquanto com uma mão livre colocava uma mecha do meu cabelo para trás da minha orelha
- Estava, passado. Agora eu quero saber o que me prende tanto ao gosto da sua boca
- Quer saber mesmo? – acenei um sim com a cabeça, ele me chamou para mais perto e com seus lábios a centímetros dos meus, sussurrou – segredo
Parecíamos dois bobos apaixonados, sem preocupações nem nenhum mal contra o casal
- Vamos comer
- Opa, sou toda sua!
- Você está me saindo com cada uma que até me deixa com vergonha
- Desculpa, padre!
- Sai diabinha que atormenta esta mente pura e sensata deste humilde homem sem pecados!
- Ahaaaam Claudia, senta lá! Tem certeza que quer que eu vá? – ele me presenteou com seu belo sorriso de lado
- Nunca!
De um impulso ambos levantaram e fomos caminhando de mãos dadas até o cantinho lindamente arrumado por ele
- Já sei quem vai ser a mulher da relação! – brinquei dando um tapinha na sua bunda
- Não se acostuma!
- Então isso é só para me conquistar? Depois tchau e benção? – falei em tom de insulto
- Não se acostuma porque de aqui em diante só vai aumentando, sabe o que sempre desejei fazer para você?
- Ficar nu coberto de chocolate deixando eu te lamber? – coloquei um dedinho na boca fazendo cara de safada
Ele arregalou os olhos para depois balançar a cabeça em tom negativo
- Desde quando você passou a ser assim? Esse é seu sonho erótico?
- Acho que sempre fui assim, só não tinha com quem usar minha imaginação rsrs E não, não tenho sonho erótico. Gosto que me surpreendam e superem minhas expectativas... De qualquer maneira
- Hum, bom saber. Eu sempre quis te encher de mimos, pequenas besteiras de namorado terrivelmente apaixonado por uma feiticeirazinha que está se mostrando nada acanhada
Ri da sua observação, aquele momento estava sendo único. Era especial por não estarmos nos preocupando com nada, com as atenções voltadas um para o outro, livres e sendo como sempre deveríamos ser. Mas as atuais condições não nos permitiam
Coisas do destino ao nos colocar um virado paro o outro, destampando nossos olhos para o que poderíamos ter juntos bem no momento mais difícil das nossas vidas, pelo menos até hoje e espero que pelo menos só esse momento.
...............................................................
What's uuuuuuup?!! rsrs
Novo capituloooooo weeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Comentem, critiquem, chorem e me amem [??]
Beijos e adoro vocês!!
domingo, 6 de junho de 2010
33º Capitulo
PDV Bella
E bem que Jasper avisou, as noticias não correm, voam! Todos já sabiam da historia e como de boca em boca a historia ia se modificando... A versão que mais se conhecia era que a Victoria tinha me pego agarrada ao James, quase transando com ele no meio do corredor
Aff povo doido. Ficavam me encarando quando eu passava e logo que eu vira as costas começavam os murmurinhos
- É ela que pegou o gostosão do James
- O que ele viu nessa daí?
Bem, nem to ligando. E olha que ele realmente viu algo em mim, se não, não tentaria me beijar
Estava no meu terceiro tempo, na aula de química quando um rapaz da recepção veio me chamar
- O que foi?
- Seu irmão está te esperando na recepção, ele veio pra te buscar
- Emmet?
- Não, Edward
Ixi, chegou a hora de enfrentar a fera. Pode vir quente que eu estou fervendo Edward Anthony Masen Cullen.
Ao chegarmos à sala logo avistei a figura alta com costas retas que davam vontade de espalmar as mãos nelas todas e... Melhor eu controlar meus pensamentos
- Que foi Edward? Estou perdendo aula sabia – provoquei com a mais sínica voz de ofendida
- Você. Vem. Comigo. Agora – dito isso ele me pegou pelo antebraço e foi me puxando para fora da recepção – Obrigado João, eu me responsabilizo por ela
- Para, está me machucando!
- Duvido, já vi você levar mais cacetadas que derrubariam até um leão. Vem
Jogou-me no carro e já foi afivelando meu cinto como se eu fosse alguma criancinha. Estava me deixando nos nervos com essa atitude!
- Eu não vou fugir!
- Não mesmo – ele disse enquanto ligava o carro e dava a partida cantando pneu
Ele dirigia feito louco, mas não estava fazendo nenhum caminho que eu conhecesse, ele dirigia para o Sul.
- Pra onde você está me levando seu retardado?
- Para um lugar onde não possa ser ouvida se gritar, nem fugir para escapar. Vamos a um lugar especial para mim, secreto e muito bonito. Para onde geralmente eu fujo do caos da vida. Está bom de informação para você?
Ele falava com aquele meio sorriso no rosto, totalmente convencido
- Oh, muito obrigada! Quanta generosidade da sua parte! Tecnicamente você está me raptando!
- Tecnicamente sou seu irmão mais velho que está te levando para passear ou vendo a pior opção vista de fora, te levando para termos uma conversinha séria pelo que você aprontou e provavelmente determinando seu castigo
Engasguei na ultima palavra, castigo? Me bate, prefiro apanhar. Pelo menos a dor passa um tempo depois. Odeio castigo, pior é que era a lei tanto do meu pai quanto do Carlisle. Arg. Não ficava de castigo desde que... Desde que no começo do ano quebrei o vidro da janela do vizinho resmungão por ele ter me chamado de piveta.
Dei um pequeno gemido, o que amplio mais ainda o sorriso dele
- Calma, meu castigo vai ser... Deixa pra lá, melhor ainda quando é surpresa
- Odeio surpresas – e odiava mesmo, sempre vinha algo ou que me deixava constrangida ou que me enervava. Ou quando eram os dois, constrangida para depois ficar nervosa
Andávamos pela estrada principal cheia de curvas, parecendo nunca chegar ao destino. Até que ele virou em uma estradinha de terra meio encoberta pela mata que avançou contra ela. Que se alguém não prestasse muita atenção não conseguiria achar-la. Realmente parecia um caminho que levava a um refúgio
- Eu sabia que existiam casos de parentes que matam outros parentes, mas sempre há uma razão, dinheiro, inveja, fama... Mas sem motivo algum, ok. Só se o motivo for inveja que eu... Hum... Briguei com a Victoria? Você queria brigar com ela? Olha que isso seria covardia homem bater em mulher... Ou no caso um pouco menos grave, mas mais vergonhoso... Você quer beijar o JAMES! HAHAHAHAHAHAHA – ri com gosto, a cara que ele fazia era incrivelmente engraçada e, por eu ainda estar em meu modo vingançinha, prazerosa
- Cala essa boca Bella! Antes que eu...
- Você o que? Completa Edward Cullen! Você vai fazer o que? Me bater? Me matar? – estava tirando uma com a cara dele e estava amando
Ele parou o carro em uma brecada brusca, desafivelou o cinto e se virou quase em cima de mim
- Antes que eu cale
E falando isso me beijou, mas era O beijo. Era urgente e devastador. A língua dele explorando cala canto da minha boca e eu ali espantada pelo movimento. Contornava minha língua, provocando, exigindo uma reação minha que não demorou a acontecer
Era uma dança extremamente erótica, enrolando, explorando, sugando. Levando ao delírio de ambos. Ele começou a usar as mãos, contornando minha cintura enquanto estava cada vez mais em cima de mim, subindo e descendo-as
Eu estava ainda presa ao cinto, então não podia impulsionar muito meu corpo para frente em reação ao dele, mas minhas mãos não tiveram desculpa
Lacei meus braços ao redor do pescoço dele aprofundando mais e mais o beijo, senti um gostinho de sangue na boca, mas nem liguei. Comecei a explorar agora com as minhas mãos suas costas para depois seu peito totalmente forte, descendo devagarzinho para seu abdômen e contornando cada gominho delicadamente com os dedos
- Melhor parar Bella, você vai me deixar louco
- É o que eu pretendo, mas só isso, nada mais com você Edward
E dizendo isso, com o tom de amargura no nome dele, o empurrei com toda a minha força, que eu pensava ter se esvaído com aquele momento
Ambos arfantes um olhando para o outro. Após se recompor, ele voltou a dirigir com toda a atenção focada na estrada, não fazia mais nenhum comentário, nem provocação, nem somente um olhar. Mas dava para ver pela forma como estava sério, que meu tom e palavras o tinham deixado magoado, no mínimo irritado
Por que essa sensação de culpa dentro de mim? Não era isso que eu queria? Magoar-lo do mesmo modo como ele havia me magoado?
3. 2. 1. Que merda de vida!
Do mesmo modo que estava calado durante o resto do caminho, ficou quando parou o carro numa abertura na mata, desceu e veio me ajudar. Podia ouvir o murmúrio de um riacho
- Chegamos, é logo ali – não falou mais nada, virou-se e seguiu na minha frente me guiando e protegendo dos arbustos
- É aqui
Nós estávamos parados na beirada de uma clareira com uma piscina natural gigantesca e um caminho ao lado escoando a água indo rio abaixo, uma cachoeira de águas cristalinas que dava origem aquela quantidade absurda de água e com um arco-íris formado no meio dela. Era tudo tão lindo.
Ao redor algumas pedras brilhantes em tom esverdeado, plantas rasteiras, flores em plena abertura vibrante de cores e a mata selando aquilo, como se encubasse e protegesse do resto do mundo aquele pedacinho de paraíso. Podia ver algumas arvores frutíferas; manga, maça, banana e entre outras
- Uau Edward! Como você descobriu isso aqui? É um lugar extremamente lindo! – e saí correndo para perto da água para observar melhor. A água era de um tom límpido quase transparente de azul que dava até para ver o fundo e inúmeros peixinhos coloridos
- Descobri quando fazia trilha – o tom sério da voz dele acabou com a magia do primeiro vislumbre da paisagem e me fez virar para encarar-lo
Caminhei vagarosamente até ele
- Edward, o que foi? Afinal, pra que me trouxe aqui?
- Queria finalmente te dizer o que aconteceu entre mim e a Laurent, você disse que se fosse verdade o que teria pra te dizer poderia esperar, mas acho que a verdade já esperou demais. Alem que estou morrendo pela nossa distancia e o ciúme acompanha a mesma linha da faca no meu peito
Aquelas palavras dele, era exatamente o que eu estava sentindo. Meu coração dizia que o que ele tinha para me dizer era verdade e deveria dar essa chance para ele, que tudo ficaria bem. Mas minha mente dizia que meus olhos não me enganaram, que ele realmente era um traidor. Mas os dois estavam na mesma em relação a uma coisa: eu amava Edward
...............................................................
Oi oi! Capitulo extra de domingo em clima de MMA!!!
Bora lá TWILIGHT!!!! OLE OLE OLE OLA NEW MOON VAI GANHAAAAR!
Não esqueçam d comentar! ♥
Bjos e até amanha!
gostaram? não? sim? reclamem!!!!
E bem que Jasper avisou, as noticias não correm, voam! Todos já sabiam da historia e como de boca em boca a historia ia se modificando... A versão que mais se conhecia era que a Victoria tinha me pego agarrada ao James, quase transando com ele no meio do corredor
Aff povo doido. Ficavam me encarando quando eu passava e logo que eu vira as costas começavam os murmurinhos
- É ela que pegou o gostosão do James
- O que ele viu nessa daí?
Bem, nem to ligando. E olha que ele realmente viu algo em mim, se não, não tentaria me beijar
Estava no meu terceiro tempo, na aula de química quando um rapaz da recepção veio me chamar
- O que foi?
- Seu irmão está te esperando na recepção, ele veio pra te buscar
- Emmet?
- Não, Edward
Ixi, chegou a hora de enfrentar a fera. Pode vir quente que eu estou fervendo Edward Anthony Masen Cullen.
Ao chegarmos à sala logo avistei a figura alta com costas retas que davam vontade de espalmar as mãos nelas todas e... Melhor eu controlar meus pensamentos
- Que foi Edward? Estou perdendo aula sabia – provoquei com a mais sínica voz de ofendida
- Você. Vem. Comigo. Agora – dito isso ele me pegou pelo antebraço e foi me puxando para fora da recepção – Obrigado João, eu me responsabilizo por ela
- Para, está me machucando!
- Duvido, já vi você levar mais cacetadas que derrubariam até um leão. Vem
Jogou-me no carro e já foi afivelando meu cinto como se eu fosse alguma criancinha. Estava me deixando nos nervos com essa atitude!
- Eu não vou fugir!
- Não mesmo – ele disse enquanto ligava o carro e dava a partida cantando pneu
Ele dirigia feito louco, mas não estava fazendo nenhum caminho que eu conhecesse, ele dirigia para o Sul.
- Pra onde você está me levando seu retardado?
- Para um lugar onde não possa ser ouvida se gritar, nem fugir para escapar. Vamos a um lugar especial para mim, secreto e muito bonito. Para onde geralmente eu fujo do caos da vida. Está bom de informação para você?
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- Oh, muito obrigada! Quanta generosidade da sua parte! Tecnicamente você está me raptando!
- Tecnicamente sou seu irmão mais velho que está te levando para passear ou vendo a pior opção vista de fora, te levando para termos uma conversinha séria pelo que você aprontou e provavelmente determinando seu castigo
Engasguei na ultima palavra, castigo? Me bate, prefiro apanhar. Pelo menos a dor passa um tempo depois. Odeio castigo, pior é que era a lei tanto do meu pai quanto do Carlisle. Arg. Não ficava de castigo desde que... Desde que no começo do ano quebrei o vidro da janela do vizinho resmungão por ele ter me chamado de piveta.
Dei um pequeno gemido, o que amplio mais ainda o sorriso dele
- Calma, meu castigo vai ser... Deixa pra lá, melhor ainda quando é surpresa
- Odeio surpresas – e odiava mesmo, sempre vinha algo ou que me deixava constrangida ou que me enervava. Ou quando eram os dois, constrangida para depois ficar nervosa
Andávamos pela estrada principal cheia de curvas, parecendo nunca chegar ao destino. Até que ele virou em uma estradinha de terra meio encoberta pela mata que avançou contra ela. Que se alguém não prestasse muita atenção não conseguiria achar-la. Realmente parecia um caminho que levava a um refúgio
- Eu sabia que existiam casos de parentes que matam outros parentes, mas sempre há uma razão, dinheiro, inveja, fama... Mas sem motivo algum, ok. Só se o motivo for inveja que eu... Hum... Briguei com a Victoria? Você queria brigar com ela? Olha que isso seria covardia homem bater em mulher... Ou no caso um pouco menos grave, mas mais vergonhoso... Você quer beijar o JAMES! HAHAHAHAHAHAHA – ri com gosto, a cara que ele fazia era incrivelmente engraçada e, por eu ainda estar em meu modo vingançinha, prazerosa
- Cala essa boca Bella! Antes que eu...
- Você o que? Completa Edward Cullen! Você vai fazer o que? Me bater? Me matar? – estava tirando uma com a cara dele e estava amando
Ele parou o carro em uma brecada brusca, desafivelou o cinto e se virou quase em cima de mim
- Antes que eu cale
E falando isso me beijou, mas era O beijo. Era urgente e devastador. A língua dele explorando cala canto da minha boca e eu ali espantada pelo movimento. Contornava minha língua, provocando, exigindo uma reação minha que não demorou a acontecer
Era uma dança extremamente erótica, enrolando, explorando, sugando. Levando ao delírio de ambos. Ele começou a usar as mãos, contornando minha cintura enquanto estava cada vez mais em cima de mim, subindo e descendo-as
Eu estava ainda presa ao cinto, então não podia impulsionar muito meu corpo para frente em reação ao dele, mas minhas mãos não tiveram desculpa
Lacei meus braços ao redor do pescoço dele aprofundando mais e mais o beijo, senti um gostinho de sangue na boca, mas nem liguei. Comecei a explorar agora com as minhas mãos suas costas para depois seu peito totalmente forte, descendo devagarzinho para seu abdômen e contornando cada gominho delicadamente com os dedos
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- É o que eu pretendo, mas só isso, nada mais com você Edward
E dizendo isso, com o tom de amargura no nome dele, o empurrei com toda a minha força, que eu pensava ter se esvaído com aquele momento
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3. 2. 1. Que merda de vida!
Do mesmo modo que estava calado durante o resto do caminho, ficou quando parou o carro numa abertura na mata, desceu e veio me ajudar. Podia ouvir o murmúrio de um riacho
- Chegamos, é logo ali – não falou mais nada, virou-se e seguiu na minha frente me guiando e protegendo dos arbustos
- É aqui
Nós estávamos parados na beirada de uma clareira com uma piscina natural gigantesca e um caminho ao lado escoando a água indo rio abaixo, uma cachoeira de águas cristalinas que dava origem aquela quantidade absurda de água e com um arco-íris formado no meio dela. Era tudo tão lindo.
Ao redor algumas pedras brilhantes em tom esverdeado, plantas rasteiras, flores em plena abertura vibrante de cores e a mata selando aquilo, como se encubasse e protegesse do resto do mundo aquele pedacinho de paraíso. Podia ver algumas arvores frutíferas; manga, maça, banana e entre outras
- Uau Edward! Como você descobriu isso aqui? É um lugar extremamente lindo! – e saí correndo para perto da água para observar melhor. A água era de um tom límpido quase transparente de azul que dava até para ver o fundo e inúmeros peixinhos coloridos
- Descobri quando fazia trilha – o tom sério da voz dele acabou com a magia do primeiro vislumbre da paisagem e me fez virar para encarar-lo
Caminhei vagarosamente até ele
- Edward, o que foi? Afinal, pra que me trouxe aqui?
- Queria finalmente te dizer o que aconteceu entre mim e a Laurent, você disse que se fosse verdade o que teria pra te dizer poderia esperar, mas acho que a verdade já esperou demais. Alem que estou morrendo pela nossa distancia e o ciúme acompanha a mesma linha da faca no meu peito
Aquelas palavras dele, era exatamente o que eu estava sentindo. Meu coração dizia que o que ele tinha para me dizer era verdade e deveria dar essa chance para ele, que tudo ficaria bem. Mas minha mente dizia que meus olhos não me enganaram, que ele realmente era um traidor. Mas os dois estavam na mesma em relação a uma coisa: eu amava Edward
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