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Sejam bem vindos a este blog de fanfic ^.^ São fanfics de varios autores, inclusive minhas, quem quiser postar é só falar comigo pelo twitter @PamelaCardenas ou Orkut: pame_leticia [hotmail] Boa Leitura!

sábado, 19 de junho de 2010

37º Capitulo

PDV Bella


Eu estanquei em choque. Como assim... então Esme virou uma...

- Isso mesmo filha, Carlisle transformou Esme em vampira pouco antes de ela chegar a morrer. Facilitou o que ele fez porque o coração dela estava batendo fraco, disfarçado ninguém questionou o “medico” ao levar a paciente morta. Como ela ficaria três dias desacordados completando a transformação... Velório e sepultamento checado, iríamos violar a sepultura e trazer-la pra cá

- Mas então por que não nos deixa entrar? – Edward falou – Supostamente Esme ainda está no necrotério... Charlie?

Um momento de silencio se passou antes de Charlie falar

- Aconteceu um problema... – e uma longa pausa se formou sem Charlie dizer nada

- Que problema pai? Para de fazer suspense e fala logo!

Ele olhou-nos com cara de culpado. Só faltava terem, sei lá, roubado o corpo de Esme em transformação. Hoje seria o velório, seguido do enterro ao por do sol. Não teria muita cerimônia, então esse pequeno detalhe tinha um grande significado, tínhamos que ter Esme!

- Esme completou a transformação antes do previsto – ele olhou para trás. Captei tudo, e Edward parece que sim

- Ela já está acordada com vocês – Ele olhou por sobre os ombros do meu pai – Quando foi isso?

- Agora a pouco, Carlisle estava no hospital, vendo como estava o corpo dela e a transformação, e ela acordou, completando em 2 dias em vez de 3

Todos olharam para dentro da trilha atrás do meu pai, como se esperando Esme aparecer a qualquer instante. Bem, ela não apareceu, mas um pequeno vulto encoberto pela densa mata nos deu uma dica, ela estava escutando. Ela estava lá

Edward parecia estar pensando a todo vapor, com a expressão séria. Apertei forte sua mão para mostrar apoio. A mãe dele estava viva, ou quase isso.

O pequeno vulto desapareceu

- E como vamos fazer para o velório e enterro dela? Vocês acham que o pessoal está preparado para tudo isso? Eles... – Edward ia completar sua frase, mas eu o interrompi

- Eles não são tão cheio de problemas como nós dois aqui. Acho que dos quatro, Alice aceitaria melhor, com Jasper em segundo lugar, ele é pau mandado mesmo

- Jasper não é pau mandado Bella

- Puff, pra mim é. Ou tá quase chegando lá

Ouvimos um farfalhar de folhas e nos viramos para a direção de onde vinha. Carlisle vinha vindo

- Hey Carlisle! – Edward saldou

- Oi tio, tudo tranqüilo? Transformando algumas pessoas por aí em vampiros? Tudo de sempre? – falei brincando, mas a brincadeira foi levada a sério demais, todos me olharam como se eu tivesse falado que vejo gente morta.

Bem, se considerarmos que meu pai, tio e tia, que eram pra estar enterrados, estão andando por aí... Er, eu vejo gente morta. Esse pensamento me fez rir, o que fez arregalar mais os olhos deles

- Ai, desculpas. Rindo sozinha dos pensamentos que tive, nada demais. Então, cadê minha tia?

Charlie olhou tranqüilizando Carlisle, que respondeu

- Está na cabana me esperando pra irmos caçar

- Qual vai ser o plano pra resolvermos toda essa confusão de minha mãe ter acordado antes do tempo? – Edward direto ao ponto

Carlisle olhando firmemente, como se desafiasse a nós retrucar ele, foi falando

- Vamos caçar, bastante, a ponto de Esme poder ficar pelo menos 2 dias sem sentir muita cede, iremos colocar-la no necrotério hoje, pouco antes de ela ir pro seu próprio velório – ele baixou o olhar um pouco melancólico – e ela vai ficar quieta lá até ser enterrada a tarde. Onde eu e Charlie vamos tirar-la de lá.

- Vai ser incomodo pra ela ficar lá, já que acabou a transformação há pouco tempo e estará em uma sala com pessoas, mas como vai estar saciada, isso tornará bem mais fácil para ela se segurar. Além do mais, não precisamos respirar, é só um capricho, então ela ficará imóvel – Charlie completou a resposta de Carlisle

Parecia um bom plano, e como a maioria dos conhecidos iriam somente ao enterro, com o caixão já fechado – nossa, pensar em caixão me dá claustrofobia – ela não sentiria muitos cheiros... Estava começando a entender melhor esse lance todo de vampirismo e o escambau.

- Ela não pode falar conosco agora? – Edward estava visivelmente mais feliz com a possibilidade

- Sinto muito Edward, acho melhor não – Edward deu uma murchada, mas não deixou abalar seu rosto – Garotos, eu vou indo. Se cuidem, logo entraremos em contato. Amo vocês

Dizendo isso Carlisle se aproximou de nós dando um beijo em minha testa e um aperto de mão em Edward. E foi embora

- Bem, estão com tempo? Querem entrar? – meu pai perguntou em tom animado

Olhei para Edward com só duas palavras, ou nomes, em minha mente: Rosalie e Emmet

- Já vi pelas carinhas de vocês que não. Bem, espero que o romance de vocês crianças dê certo. Como o pessoal reagiu a isso?

Eu o olhei alarmada e foi quando notei que ainda estava de mãos dadas com Edward.

- Não me olhem surpresos, não se esqueçam que sou um vampiro com um dom meio inútil pro cotidiano, mas quando se tem filhos adolescentes, vários pais iriam fazer fila pra ter esse dom – e riu, sentia saudade da risada do meu pai, mesmo estando um pouco diferente. Mas diferente no bom sentido, agora era musical, suave e rouco ao mesmo tempo. Mistura de tons que se tornava agradável aos ouvidos

- Eu sinto, na verdade desde o momento que os revi juntos, senti esse sentimento, mas agora parece mais forte ainda. Estou me aprimorando, mas já consigo sentir essas mudanças e interpretar-las - completou

- E Carlisle? Qual o dom dele? – Edward fez a pergunta que eu estava prestes a fazer

- O dom dele, mesmo, é quase igual ao de Ana, ele consegue saber o que está de errado com qualquer pessoa na área de saúde, é como se ele batesse o olho em você e fizesse um exame instantâneo completo de tudo e procurar a cura se tiver algo errado. Mas nem sempre é possível, como foi o caso de Esme, o melhoramento dela só seria possível se Carlisle revivesse, era algo psicológico, Carlisle sabia o que tinha de errado, mas o remédio poderia levar-la ao hospício

- Entendo – nós dissemos juntos

E entendia mesmo, imagina sua mãe começa a dizer que seu pai voltou do além! No estado frágil que ela estava, até poderia levar a um piripaque nela. A vida é tão complicada, até o fim dela se tornou complicada

- Bem, temos que ir mesmo Charlie. Da próxima vez vamos vir com mais tempo – Edward começou a se despedir – manda um beijo pra minha mãe e diz pra ela que logo nos vemos. Mais precisamente daqui a pouco

- Ok Edward, se cuida e cuida da minha pequena. E olha só, eu apoio vocês – meu pai deu um sorriso lindo e seu apoio contava muito para nós. Não me segurei e o abracei

- Obrigada pai!

- Sem problemas, a magnitude dos sentimentos de vocês é enorme, só um tolo lutaria contra isso

Sorrimos, nos despedimos e lá fomos Edward e eu para casa enfrentar a inquisição

O caminho foi silencioso, mais uma vez sem desgrudarmos as mãos. Edward rodeava com o dedão as costas da minha

- Faz quanto tempo que você não vai pra um treino? – Edward perguntou franzindo um pouco o cenho

- Bastante, por quê?

- Nada, é que antes era sua prioridade a luta e era legal te ver lutando

- Quer dizer que o senhor gosta de mulher batendo em outras pessoas?

- Desde que não seja em mim e desde que essa mulher seja uma chamada Isabella Swan – ele me deu seu sorriso torto perfeito, me fazendo ficar vermelha

- Não consigo te bater forte, mesmo que eu esteja morrendo de ódio de você

- A linha que separa o amor do ódio é muito fina. Sempre me perguntava isso sabia? Você lá no tatame é forte e com um soco só leva um troglodita ao chão, mas comigo mal consegue sair do meu aperto

- Pra você ver minha sorte!

Rimos e já estávamos na rua da nossa casa. Pouco antes de três quadras, Edward estacionou o carro na sombra de um grande carvalho

- O que foi? – perguntei confusa olhando ao meu redor

- Isso – e me beijou maciamente me pegando de surpresa, quando parou o beijo eu estava sem fôlego – Não sei por quanto tempo ficaremos sem fazer isso novamente após o interrogatório com Rose e Emmet

- A essa hora ele já deve ter chegado do trabalho – já recuperada falei – Você não acha melhor falarmos logo? Tudo de uma vez? Não agüento mais ficar tão afastada de você. Sei que soa gay e besta. To virando uma Alice da vida! Nãããooo

Brinquei um pouco

- Eu também pensei nisso, mas achei que você não iria concordar

- Por que?

- Porque pensei que teria medo ou não quisesse aprofundar, anunciando para todos o que temos, o relacionamento. Nossa, falar relacionamento fica meio pesado

- Achei o mesmo. Vamos chamar de... Situação! – ele fez uma careta

- Situação? Parece que estamos doentes e o médico avaliou nosso estado – fazendo uma voz rouca que para ele deveria ser um médico falando – “Desculpe, mas a situação de vocês não está muito bem”

Ri da brincadeira dele

- Não poderia ser uma médica?

- Você quer mesmo que eu faço voz fina? – rebateu com outra pergunta

- Não, melhor não. Eu fico como a médica

- Hum... Adorei essa idéia!

Dando um soquinho nele ri com a malícia das palavras

- Se eu for médica, vou ser cirurgiã e você não vai gostar de saber o que vou arrancar de você

- EITA! Essa conversa está indo pelo lado errado da coisa

Ligando o carro partimos andando o trecho pequeno rapidamente para ele estacionar na entrada da garagem

- Não vai entrar com o carro? – perguntei achando estranho

- Não acha melhor prevenir? Em caso de querermos fazer uma fuga drástica?

- Pensando bem... rsrs


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Mil perdões pela demora, aconteceu um acontecimento acontecido que dificultou tudo.
Alem de momento de tensão na minha familia, meu pc chegou a ficar pifadin T-T ñ qria entrar nos documentos nem nada =/
Espero que gostem e comentem aqui.
Beijokas e logo tem mais, possivelmente amanha! =D

2 comentários:

  1. Aaaahhhh...
    Que lindoooo!!!!!
    Esperando anciosamente pelo próximo capítulo!!!! *-*

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  2. Aaaah eu sabia q ESME não ia morrer!
    Esperando o próximo capitulo, pra ver o barraco da Rosalie e o "velório" =/

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